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AlternarA Copa do Mundo de Futebol é, sem dúvida, um dos principais eventos esportivos e sociais da década. Até 19 de julho, 48 seleções nacionais disputarão o título em um torneio que, pela primeira vez na história, é realizado em três países-sede diferentes (México, Canadá e Estados Unidos). Esta edição também foi uma das mais populares em termos de número de visitantes, já que mais de 5,5 milhões de espectadores compareceram para assistir às suas seleções favoritas em ação ao longo de apenas três semanas.
O Brasil é um dos países — juntamente com as três nações anfitriãs — com o maior número de torcedores nas arquibancadas: mais de 500 mil brasileiros viajaram para os Estados Unidos, onde foram disputadas as partidas da fase de grupos. No caso da Colômbia, os 120 mil torcedores viajaram para dois países, já que suas partidas foram disputadas na Cidade do México e em Guadalajara, no México, bem como em Miami, nos Estados Unidos. Isso representou um grande desafio logístico para os visitantes, que tiveram que se deslocar entre os locais de jogo de avião ou por rodovia e enfrentaram vários controles de fronteira durante a estadia.
Do ponto de vista tecnológico, esse evento também trouxe inovações significativas na forma como os visitantes interagem com as autoridades, no acesso aos estádios e no processo de check-in em suas acomodações, para citar apenas alguns exemplos. De fato, as transações digitais aumentaram consideravelmente durante o torneio, o que, por sua vez, levou a um aumento notável nas tentativas de fraude. Portanto, foi necessário verificar a identidade dos torcedores para evitar fraudes ou roubo de identidade de uma maneira rápida, segura e conveniente o suficiente para não causar nenhum atrito que pudesse prejudicar sua experiência. A biometria tornou-se, assim, cada vez mais importante como meio de agilizar muitos dos procedimentos pelos quais os visitantes passavam ao chegar nas cidades onde eram disputadas as partidas de suas seleções.
A biometria como ferramenta para melhorar a eficiência em todos os procedimentos durante a Copa do Mundo
Em um torneio que atrai milhões de torcedores, é essencial poder verificar a identidade de um usuário que esteja reservando um quarto, comprando um ingresso para uma partida específica ou simplesmente tentando passar pelo controle de fronteira. Nesse sentido, a biometria se consolidou mundialmente como uma ferramenta que aumenta significativamente a eficiência geral de todos os processos em que é utilizada, ao mesmo tempo em que reduz os atritos e melhora a experiência geral do usuário.
No entanto, para que essa tecnologia seja realmente útil, é importante realizar algumas etapas preliminares. A primeira delas é o processo de cadastro, por meio do qual o usuário registra suas credenciais digitais — ou seja, suas impressões digitais ou características faciais — para que possa se identificar corretamente ou validar sua identidade quando necessário. No caso das soluções desenvolvidas pela Identy.io, esse processo leva apenas alguns segundos, utilizando o próprio smartphone do usuário e seguindo as instruções na tela. É um processo simples e rápido no qual o usuário não precisa realizar nenhuma ação predefinida, como mover a cabeça em uma determinada direção ou piscar um certo número de vezes; em vez disso, o próprio sistema, graças à verificação passiva de vitalidade e aos seus algoritmos de IA, é capaz de detectar quando a pessoa diante da câmera pode ser um deepfake ou um terceiro usando uma máscara ou uma fotografia de alta definição para tentar burlar o sistema. Essas informações são então cruzadas com bancos de dados centralizados para verificar a identidade do usuário (identificação 1:N) e garantir que a pessoa seja quem afirma ser (1:1). Uma vez verificado que o usuário é de fato quem afirma ser, suas informações pessoais são armazenadas diretamente em seu dispositivo sob os protocolos de criptografia mais rigorosos disponíveis no mercado.
Uma vez que essas credenciais digitais tenham sido armazenadas no celular do visitante, elas poderão ser utilizadas para todos os tipos de procedimentos digitais, mesmo em momentos em que, devido ao grande número de torcedores, possam ocorrer falhas ou interrupções no serviço de conectividade ou nos sistemas de Wi-Fi disponíveis. Uma das áreas em que a biometria pode se mostrar mais eficaz é no desembaraço pré-fronteiriço, o que reduzirá os tempos de espera para a conclusão das formalidades e aliviará o congestionamento nos pontos de entrada dos países visitados. Órgãos governamentais também se beneficiarão diretamente do uso dessa tecnologia, pois ela reduzirá drasticamente os casos potenciais de roubo ou falsificação de identidade, já que permite verificar, quase em tempo real e com grande precisão, a identidade das pessoas que tentam cruzar uma fronteira ou passar por um posto de controle de segurança em um aeroporto, validando as credenciais digitais do usuário em relação ao banco de dados centralizado e, assim, determinando se o turista é de fato a pessoa que afirma ser.
Para facilitar o uso dessas credenciais digitais, os visitantes podem optar por gerar, por meio das soluções da Identy.io, um código QR biométrico que incorpora todas as suas informações pessoais após a validação. Esse código QR é particularmente útil em quiosques de check-in digital em hotéis, por exemplo, como forma de agilizar o processo de check-in. Graças a esses códigos, os visitantes podem escolher quais informações pessoais compartilhar, sem precisar de conexão com a internet naquele momento.
A biometria para combater a revenda de ingressos e como forma de agilizar a entrada nos estádios
O acesso aos estádios onde as partidas foram disputadas também passou por uma mudança significativa graças à biometria. Até então, era necessário comprar ingressos físicos para cada partida, o que aumentava o risco de falsificação ou tentativas de revenda. No entanto, esta Copa do Mundo foi pioneira no uso da biometria para agilizar as verificações de segurança nos pontos de entrada e torná-las mais eficientes. Ao comprar um ingresso, os usuários vinculam sua identidade a ele por meio de suas credenciais digitais previamente registradas. Dessa forma, além de poderem apresentar seu ingresso digital nos estádios diretamente de seus celulares, o risco de revenda é eliminado, já que somente pessoas devidamente credenciadas poderão entrar nos estádios.
Em um ambiente cada vez mais digitalizado e com um dos eventos esportivos de maior público da história, garantir a segurança dos espectadores, aprimorar sua experiência geral e, por sua vez, reduzir a incidência de fraudes e roubo de identidade são fundamentais para assegurar o bom andamento desta e das futuras Copas do Mundo. E a biometria já é uma aliada estratégica nesse sentido.


